Ser feliz ou ter razão?

Deixo-vos uma história… 
“Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar em casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou o mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem a certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que, além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. 
Mas ele ainda quer saber:
– Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais…
E ela diz:
– Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!”


Senhor:
– Porque deixamos que o stress nos impeça de viver o essencial? De aproveitar o outro? De disfrutar o estar com ele, o tê-lo aqui ao nosso lado?

Senhor:
– Porque temos tanta facilidade em ficar mal-humorados? Porque nos irritamos à primeira contrariedade? Porque não sabemos lidar com o imprevisto? Porque estamos convencidos que tudo tem e deve correr sempre bem?

Senhor:
– Porque nos é tão dificl calar as nossas razões? Porque nos custa tanto ceder? Porque temos sempre de provar que temos razão? O que tememos? Que inseguranças e fragilidades escondemos?

Senhor:
– Ensina-nos a ser felizes!

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